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Sigamos então, à margem de todo o mistério,
tocando a superfície límpida de tudo.
Por hoje apenas o que nos é permitido,
o que num instante de crepúsculo se desvela.
Andemos por nossa secreta estrada,
sorvendo a cada passo,
a alegria desse encontro.
Pisemos na areia branca,
colhamos conchas, frutos novos,
por toda tarde distraídos;
alheios ao que transborda e não tem nome,
ao que na escuridão de nós é fonte.
Andemos de mãos dadas,
às margens do que, a um só tempo,
é fonte e córrego, chão e firmamento.
Caminhemos de mãos dadas,
plenos da ensolarada alegria de estarmos juntos.
tocando a superfície límpida de tudo.
Por hoje apenas o que nos é permitido,
o que num instante de crepúsculo se desvela.
Andemos por nossa secreta estrada,
sorvendo a cada passo,
a alegria desse encontro.
Pisemos na areia branca,
colhamos conchas, frutos novos,
por toda tarde distraídos;
alheios ao que transborda e não tem nome,
ao que na escuridão de nós é fonte.
Andemos de mãos dadas,
às margens do que, a um só tempo,
é fonte e córrego, chão e firmamento.
Caminhemos de mãos dadas,
plenos da ensolarada alegria de estarmos juntos.
2 comentários:
vc leu T S Eliot, canção a Alfred Prufrock?
sim conheço esse texto
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