A noite de sonhos na pedra congelada.
O desejo petrificado em retorno eterno,
encarcerado em sua órbita elíptica.
O toque paralisado no instante de sê-lo,
a noite despetalada; sem perfume, em pedra.
O retorno do retorno do retorno.
A noite paralisada na órbita de pedra,
Congelada no tocar de um sonho.
A flor em gelo concretizada,
em concreto, sem perfume, congelada,
Na órbita recursiva do desejo.
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
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